A distribuição contemplou unidades estratégicas como os hospitais da Restauração (HR), Getúlio Vargas (HGV), Otávio de Freitas (HOF), Agamenon Magalhães (HAM), Barão de Lucena (HBL) e Regional do Agreste (HRA). Também receberam os hospitais regionais de Jaboatão Prazeres (HJP), Geral Areias (HGA), Dom Moura (HDM), Belarmino Correia (HBC), Inácio de Sá (HRIS), José Fernandes Salsa (HRSFS) e o Professor Agamenon Magalhães (HOSPAM).
O kit permite a realização de cirurgias de baixa, média e alta complexidade, incluindo procedimentos de cirurgia geral como hernioplastias, colecistectomias, exérese de cistos e laparotomias. No total, foram entregues 134 caixas básicas maiores, 147 médias e 205 menores.
“É um momento muito importante para saúde de Pernambuco, essa é uma ação estruturante com a troca do instrumental cirúrgico em toda a rede hospitalar de Pernambuco. Pra nós que fazemos parte da Saúde do Estado isto representa uma ação que expressa não somente dignidade e condições de trabalho para os instrumentadores, cirurgiões e enfermeiros que trabalham nos blocos cirúrgicos, mas principalmente uma cirurgia segura”, afirmou a secretária estadual de Saúde, Zilda Cavalcanti.
A entrega integra a política de fortalecimento da assistência de média e alta complexidade do Estado e busca impactar diretamente na redução de interrupções e remarcações por indisponibilidade de material. A ação beneficia diretamente a rede que concentra a maior parte das cirurgias eletivas e de urgência do SUS em Pernambuco. O Estado atende 184 municípios e uma população estimada em 9,6 milhões de habitantes.
“A renovação do parque instrumental é um marco para a cirurgia pública em Pernambuco. Estamos garantindo mais segurança para os pacientes e melhores condições de trabalho para as equipes que salvam vidas todos os dias”, explicou o médico Rommel Pierre Montenegro, gestor de Linha de Cuidado de Cirurgias Eletivas da SES-PE.
Segundo o gestor que é também cirurgião. Rommel Montenegro, a falta ou a obsolescência de materiais era um dos gargalos que impactavam agendas cirúrgicas. Com os novos instrumentais, a expectativa é otimizar o uso dos centros cirúrgicos e ampliar a oferta de procedimentos nas quatro Macrorregiões de Saúde do Estado.
