O Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Garanhuns (IPSG) divulgou um balanço que demonstra a evolução consistente da gestão previdenciária municipal nos últimos cinco anos. O patrimônio financeiro do instituto mais que triplicou desde dezembro de 2020, garantindo segurança e tranquilidade a servidores da ativa, aposentados e pensionistas.
De onde veio e onde chegou
Quando a atual gestão assumiu o IPSG em 2021, o cenário exigia atenção: havia insegurança jurídica, normas desencontradas, ausência de comunicação com o Ministério da Previdência Social e legislação defasada desde 2017 — quatro anos sem atualização junto ao sistema federal. A Certidão de Regularidade Previdenciária (CRP), que hoje é obtida normalmente, só era conseguida via judicial.
Com determinação do prefeito Sivaldo Albino, foi iniciada uma reestruturação administrativa completa do instituto.
Evolução do patrimônio
Os dados oficiais do sistema CADPREV registram a seguinte evolução dos saldos em conta:
- Dezembro/2020: R$ 48.549.173,04
- Dezembro/2021: R$ 59.473.445,04
- Dezembro/2022: R$ 74.229.875,43
- Dezembro/2023: R$ 89.316.601,66
- Dezembro/2024: R$ 107.014.310,59
- Dezembro/2025: R$ 134.400.024,50
- Março/2026: R$ 147.554.806,22
Regularidade atestada pelo governo federal
A regularidade previdenciária do município é atestada pelo Ministério da Previdência Social por meio da Certidão de Regularidade Previdenciária (CRP) — documento concedido apenas quando todos os requisitos legais são cumpridos, incluindo o correto repasse das contribuições. O IPSG não possui débitos previdenciários da atual gestão com o instituto.
Gestão técnica e transparente
O Comitê de Investimentos é formado por profissionais certificados e constantemente capacitados, em conformidade com a Portaria nº 1.467/2022. O instituto reforça que auditorias e fiscalizações fazem parte do processo natural de controle da gestão pública, e que todos os apontamentos são tratados com transparência e responsabilidade, sem qualquer comprometimento da regularidade previdenciária nem risco aos direitos dos servidores.
