Este resultado expressivo se soma aos diversos avanços da gestão da governadora Raquel Lyra no combate à fome. Dados recentes apontam que Pernambuco registrou uma redução de cerca de 25% na proporção de pessoas em condição de insegurança alimentar grave entre 2023 e 2024 — o que representa aproximadamente 146 mil cidadãos que saíram dessa condição. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, o estado apresentou uma queda de 20% nos casos de internações por desnutrição no mesmo período, atingindo o menor índice da série recente. Esses dados reforçam a relevância de políticas públicas integradas de alimentação, renda e inclusão social para garantir dignidade e qualidade de vida.
O Bom Prato opera por meio de duas frentes complementares: cozinhas comunitárias e cozinhas solidárias. As cozinhas comunitárias são geridas pelos municípios com co-financiamento e apoio técnico do Estado. As cozinhas solidárias, por sua vez, funcionam por meio de organizações da sociedade civil. Juntas, essas frentes formam uma rede de atendimento efetiva e ampla.
Atualmente, o programa conta com 241 cozinhas comunitárias. Cada unidade, ao ser implantada, recebe um aporte inicial de R$ 50 mil e, após a inauguração, passa a receber um repasse mensal de R$ 20 mil. Essas cozinhas oferecem, no mínimo, 200 refeições por dia a pessoas encaminhadas pelos serviços de assistência social, como CRAS e CREAS.
As cozinhas solidárias, por sua vez, somam 62 unidades e operam com repasse de R$ 4,80 por refeição. O investimento previsto para um ano é de R$ 12.960.000,00, com a expectativa de fornecer cerca de 2,7 milhões de refeições no período.
Para o secretário de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas, Carlos Braga, esses números representam mais do que refeições servidas — representam dignidade, saúde e esperança para milhares de famílias:
Com resultados concretos como esses, Pernambuco reafirma seu compromisso com a segurança alimentar e com a missão de garantir o direito fundamental à alimentação adequada para toda a população.
